O relógio finalmente chegou ao 0, a contagem acabou, o período de espera de mais de 3 anos chega finalmente ao fim com o lançamento de um dos trabalhos mais esperados de 2018, o lançamento do último álbum da icónica banda The Prodigy chamado “No Tourists”.

2 de Novembro marca o lançamento de um dos maiores e mais ambiciosos álbuns a ser lançado nos últimos anos. “No Tourists” é o que somente pode ser descrito como uma viagem composta por 10 tracks ao passado da música mas com o olhar posto no Futuro. E porque é que acredito nisto? Bem, a resposta é fácil.

Os The Prodigy sempre foram fieis a si mesmos e ao seu estilo musical, e isso por si só é uma mensagem muito importante para estar no álbum, e para passar a todos os músicos . Este álbum tenta dar-te uma lição para a vida, de que não te deves acomodar durante a tua “viagem” pela vida, mas sim procurar o desconforto e novas maneira de alcançar os teus objectivos, sem nunca ser um Turista neste caminho em direcção ao teu objectivo.

Se nunca ouviste falar dos The Prodigy antes, tens estado a perder o trabalho de uma das maiores bandas de sempre. O grupo foi criado originalmente em 1990, em Inglaterra, o que significa que eles têm quase 30 anos de carreira recheada de grandes sucessos. Desde grandes hits nos charts,  até ao big boom na rave scene dos anos 90´s e também por serem um dos pioneiros do Big Beat, um género que marcou toda uma geração.

O que melhor então que um álbum,no ano de 2018 que traz todos estes elementos da old school de volta. “No Tourists” alcança isso mesmo, e -ainda mais. Dá-nos uma visão do que a música poderá ser no futuro.

O álbum começa com Need Some1, e bem que maneira de começar, esta faixa destrói por completo no dancefloor. Com uma bass line bem catchy, uma melodia aditiva e grandes vocals, e de imediato te apercebes que este não é um álbum qualquer, mas sim uma experiência musical.

Com Light up the Sky começas a dançar de imediato, uma faixa muito energética e com um drop muito intenso logo no começo. Com vocals muito funky,uma grande selecção de drums e uma melodia que fica no ouvido, que ilumina o corpo e espírito.

Agora uma das minhas favoritas do álbum, We Live Forever. Esta faixa resume a carreira dos The Prodigy de uma boa maneira. Os lyrics dizem, We Live Forever, We turn the flame higher. Durante toda a sua carreira é tudo o que eles tenhem feito, sempre a elevar o seu género musical e as suas produções a um novo nível.

De seguida temos No Tourists, umas das músicas mais chilled do álbum que te deixa mais descomprimido para a Fight Fire with Fire, a collab com Ho99o9 que de imediato se distingue devido aos vocals, e a medida que avançamos temos um dos drops mais originais do álbum assim como um grande instrumental.

Timebomb Zone começa com um beat mais lento, uma voz que sussurra e mais uma bassline que fica na memória, isto até que chegamos ao drop e o meu queixo cai por completo. De alguma maneira eles conseguiram juntar os melhores elementos de duas fases distintas da música e juntaram tudo numa só faixa que resulta na perfeição.

Na minha opinião Champions of London é a melhor faixa do álbum, pois consegue contem um pouco de tudo o que faz uma boa canção dos The Prodigy. Começa com muito mistério e de repente BOOM, é a completa loucura. Esta faixa em particular parece ter inspiração no Drum & Bass, o que perfaz um combinação de géneros interessante.

Mas onde realmente podes ver umas inspiração do DnB é em Boom Boom Tap, e bem o título diz tudo. Quando o drop chega, é só fechar os olhos e dançar como um maluco. Todos os elementos presente nesta faixa adicionam algo de valor ao produto final.

Quase no fim com Resonate, e começamos logo com uma voz Robóticae uma sonoridade bastante distinta do restante álbum, uma faixa que se diferencia das restantes com facilidade.

Para acabar esta experiência, please Give me a Signal. Ok, agora a ser mais sério esta é realmente uma das canções mais bonitas de todo o álbum, e realmente adoro os vocals de Barns Courtney, pois encaixa em perfeição com a melodia o que faz com que seja um grande canção para acabar.

Tendo tudo em consideração, este é na nossa opinião um dos melhores álbuns dos últimos anos, it manages to take elements from the old school and give it a fresh look.

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