A Wide Future é uma plataforma media baseada em Portugal, dedicada a tudo aquilo que é relacionado com música eletrónica e nós temos uma paixão, um amor por música, música dance eletrónica.

Tentamos sempre apoiar o talento de todo o mundo e desta vez tivemos a oportunidade de falar com a cantora Emilie Brandt e de lhe fazer algumas questões acerca da sua carreira e perspetivas para o seu futuro, de modo a diversificar ainda mais a comunidade da música dance.

De facto, Emilie, de Denver no Colorado, desde que entrou para o mundo da música que tem alcançado grandes feitos e construído uma excelente carreira. Já deixou a sua marca na música eletrónica ao lançar a sua colaboração com o único Illenium. Lost, retirada do álbum Awake, do produtor, é acompanhada pelos vocais da artista em ascensão, que continua a esforçar-se na sua carreira a solo.

A artista acabou de lançar o seu tão esperado álbum de estreia Freeform, agora disponível para compra.

Emillie não segue modas e o álbum é a prova disso mesmo, onde a presença de influências únicas caracterizam a mensagem emocional e sentimental ao longo de todo o disco.

Tendo presentes influências eletrónicas óbvias, Freeform é definitivamente um álbum que destaca Emilie e que irá de certo marcar este ano como sendo um dos melhores da sua carreira até agora.

Como resposta ao seu sucesso, a cantora respondeu a alguma das nossas questões.

Wide Future: Primeiramente, Emilie, que outros artistas tiveram uma maior influência na tua carreira musical (quer sejam de música eletrónica quer não)?

Emilie: As minhas principais influências são uma mistura bizarra de Florence Welch(Florence + the Machine), Hayley Williams (Paramore), Josh Carter e Sarah Barthel (Phantogram). Quando conhecer qualquer um deles, vou ter de me esforçar muito para não desmaiar devido ao entusiasmo. Todos eles têm sido uma inspiração para mim, quer para a minha carreira como artista, quer a nível pessoal, ajudaram-me em alguns momentos estranhos da minha vida.

WF: E que música gostaste mais de compor ou de fazer parte?

Emilie: Shed My Skin’ é a minha faixa favorita do álbum; é que mais transmite o meu ‘eu’ e evoluiu muito desde o seu começo (como uma tentativa mal conseguida gravada no meu telemóvel) até ao resultado final que se encontra no álbum.

WF: E com quem gostarias de colaborar numa próxima faixa? Qual é a tua colaboração de sonho?

Emilie: Adorava colaborar com Seven Lions! Ele é um produtor espantoso e seria fantástico poder trabalhar com ele numa faixa.

WF: Interessante! Bem, deve ter sido excelente ver o sucesso da música Lost com o Illenium. Como é que acabaram a trabalhar juntos?

Emilie: A experiência de como essa canção veio a funcionar é agora super aleatória e linda. O Nick estava a acabar o seu álbum e ainda estava à procura de uma letra e de vocais para aquela música. Por alguma razão desconhecida, a faixa acabou por chegar à minha equipa de management e quando a ouvi pela primeira vez soube imediatamente que queria fazer parte da mesma. Foi um processo rápido, a letra foi escrita, depois gravada e enviada ao Nick numa questão de dias. O Nick entrou em contacto comigo nessa mesma semana e disse que estava super entusiasmado com o que tinha mandado e que queria avançar com o projeto. Estou muito grata por fazer parte de uma excelente coleção de trabalho naquele álbum.

WF: Muito bem! Há algum processo de como encontrar os arranjos certos para as tuas músicas ou é feito ‘de cabeça’?

Emilie: Eu tenho muitos sentimentos e uso a música para os traduzir em sons, com os quais espero que as pessoas se consigam relacionar.

WF: E o que podem os fãs esperar quando ouvirem o teu novo álbum, Freeform?

Emilie: Devem esperar muitos sentimentos e emoção pura.

WF: Vais fazer espetáculos ao vivo este ano? Se sim, estás a planear vir a Portugal?

Emilie: Fiquem atentos, vai haver anúncios para espetáculos em breve. Nunca atuei em Portugal, mas adorava fazê-lo acontecer.

 WF: Finalmente, apesar de teres acabado de lançar um álbum, quais são as tuas esperanças para o futuro?

Emilie: Eu espero ter a capacidade de me relacionar com as pessoas a um nível pessoal. Sempre tive dificuldade em expressar-me e em abrir-me às pessoas e por causa disso mesmo passei muito tempo da minha vida a sentir-me sozinha e a sentir que inguém sabia aquilo por que estava a passar. Quanto mais velha fico, mais percebo que muitas pessoas passam pelo mesmo e espero conseguir usar a minha música como uma maneira de preencher esse vazio.

É com esta nota final que terminamos e esperamos que a artista Emilie Brandt tenha um futuro de sucesso.

Se quiseres saber mais acerca da cantora, as suas datas futuras e projetos, podes fazê-lo nas suas páginas.

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I'm a dance music lover and my goal is to share that love with everyone. From Portugal to the world.

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