Depois de em 2016, o prodígio holandês Martin Garrix ter feito história ao ser o DJ mais novo, com apenas 20 anos, a chegar ao topo do top 100 da DJ Mag (revista britânica), em 2017, volta a ganhar destaque ao conquistar este título pela segunda vez consecutiva.
Garrix recebeu o prémio das mãos da superestrela francesa David Guetta, e acabou por levar a melhor sobre este e outros grandes nomes da indústria da música eletrónica, que também ambicionavam claramente vencer, tais como: Armin Van Buuren, Hardwell, Dimitri Vegas & Like Mike e Tiesto. Neste preciso momento, o jovem holandês tem tantos títulos como o Hardwell, o lendário Paul Van Dyk e o experiente Paul Oakenfold, faltando 1 título para empatar com o Tiesto e 3 títulos para empatar com o Armin Van Buuren.

Desde o lançamento da música “Animals” em 2013, a ascensão de Martin Garrix tem sido extremamente meteórica e imparável, e com tudo aquilo que se verificou ao longo de 2017, está provado que o holandês tem muita polivalência relativamente à produção musical, realiza espetáculos de outro mundo e consecutivamente mostra que a atribuição de “Número 1” em 2016 não foi em vão.
Neste ano, Martijn Gerard Garritsen para além de ter apostado muito no seu projeto principal Martin Garrix, deu atenção a outros nomes artísticos, em que se inclui AREA21, YTRAM e GRX.

2017 ainda não acabou e já pode ser considerado um enorme ano para Martin Garrix, um ano repleto de grandes lançamentos que tiveram e ainda têm muito sucesso, e foram muito bem aceites, variando entre o progressive house de “Pizza” e “Forever” (lançado recentemente), o future bounce de “Byte” com Brooks, e o lado mais comercial do future bass através dos hits “Scared to be lonely” com a cantora britânica Dua Lipa e “There for you” com o cantor australiano Troye Sivan.
Sob o nome AREA21, que é o duo com o produtor americano Maejor, lançou a música “We did it”, uma fusão entre future bass, hip-hop e trap. Com o nome artístico YTRAM, utilizado pela primeira vez no palco STMPD Records, no Tomorrowland da Bélgica, Garrix explora o género deep e tech house. Através de GRX, Martin juntou forças novamente com Brooks, e o resultado final é brilhante, pois a ”Boomerang” (música muito aguardada há algum tempo e lançada recentemente) é uma faixa muito completa e detalhada, composta por elementos variados de progressive house e big room. Relativamente às atuações, a qualidade de Martin Garrix em cima do palco é algo inquestionável, pois tem uma boa presença no mesmo, caraterizada pela sua técnica, dinâmica, boa preparação e seleção criteriosa das músicas utilizadas. O DJ/Produtor Holandês, neste momento e com o estatuto que tem, está a atuar praticamente em todos os cantos do mundo, em que se destacam claramente os seguintes festivais/espaços: Tomorrowland (Bélgica), Ultra (Estados Unidos da América, África do Sul, México e Japão), EDC (Estados Unidos da América e Japão), Coachella (Estados Unidos da América), Creamfields (Inglaterra), BigCityBeats World Club Dome 2017 (Alemanha), Untold Festival (Roménia), Lollapalooza (Brasil, Argentina e Chile), Hi Ibiza e Ushuaia Beach Hotel (Ibiza, Espanha), Purpouse Tour com a estrela do pop Justin Bieber, entre muitos outros.

Relativamente à editora STMPD Records (editora de Martin Garrix), criada em 2016, Martin deu grande passo, na medida em que a editora adquiriu e inaugurou o seu estúdio de gravação em Amesterdão, criando assim uma plataforma onde os músicos, os escritores e os produtores de todo o mundo podem criar muita música.

2017, para além de ter sido um grande ano a nível de música propriamente dita, também foi um ano de bom desempenho noutras áreas, de boas ações e atitudes, e de resultados positivos. O jovem produtor holandês fez parte do documentário “What We Started”, que narra 3 décadas de música eletrónica com base nas carreiras de Martin Garrix e de Carl Cox, e que conta com as presenças de Erick Morillo, Moby, David Guetta, Steve Angello, Afrojack, Tiesto, Usher e Ed Sheeran. O nome de Martin Garrix também chegou a estar associado à moda através da Armani Exchange, que requisitou os serviços do prodígio para a coleção de outono de 2017. Judicialmente, o Holandês também ganhou o caso, que já se arrastava há cerca de 2 anos, contra a Spinnin Records e a MusicAllStars, em que estava em causa direitos autorais de músicas e razões contratuais. Para além de um grande artista, Martin Garrix também é uma grande pessoa e associa-se a vários atos de solidariedade, dando suporte à SOS Children’s Village (África do Sul), que constrói famílias para crianças orfãs, abandonadas e vulneráveis, e associando o seu nome à War Child para angariação de dinheiro com a finalidade de ajudar os jovens em várias áreas de conflito.

Para todos os fãs de Martin Garrix, especialmente os portugueses, depois do artista ter passado pela EDP Beach Party em Junho e pelo Meo Sudoeste em Agosto, o DJ/Produtor volta a pisar o território Português para marcar presença na Web Summit, que decorre em Lisboa (na Altice Arena) nos dias 6, 7 , 8 e 9 de Novembro!

Escrito por: Jorge Azevedo

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